• agenciantz

Em live produzida pela NTZ, especialistas ressaltam os cenários do investimento social privado

Adriana Quintas e Fábio Deboni compartilharam ideias inspiradoras e experiências vivenciadas na área


Na última sexta-feira, 17, a NTZ Comunicação & Marketing realizou a live “Marcas como força para mudanças positivas” com os convidados Adriana Quintas (Presidente do Instituto GM) e Fábio Deboni (Gerente Executivo do Instituto Sabin) dando continuidade ao ciclo de lives da agência com temáticas voltadas ao terceiro setor.


O bate-papo que foi mediado por Marcos Librantz (Sócio da NTZ), que trouxe para mesa questões sobre como podemos criar marcas de valor duradouro, relevantes para uma nova geração e resilientes para um novo mundo.


“Nesse momento de pandemia, veio toda uma onda solidária que reforça essa questão de que a gente como cidadão, consumidor e até como sociedade espera cada vez mais do setor privado. As empresas têm que assumir de fato um protagonismo nessa agenda socioambiental, sustentável etc. Lembrando que criar um instituto é o ‘como’. O ‘o quê’ é como você gera o valor para sociedade. E pode ser gerado de diversas formas: tratando bem seus funcionários, ter políticas justas de desenvolvimento de pessoas, ser ético com seus concorrentes. Então está ao alcance até mesmo de pequenas empresas, basta colocar uma lupa e ver como o seu negócio se relaciona com essas várias frentes” aponta o gerente do Instituto Sabin.


A advogada e presidente do Instituto GM, Adriana Quintas, também compartilhou como foi a evolução e a transformação da Instituição até os dias atuais para estar alinhada com os ideais e visão da própria corporação:


“A responsabilidade social sempre foi algo muito importante para a General Motors tanto que o Instituto foi criado já em 1993. Há 27 anos, a ideia de responsabilidade social não tinha o amadurecimento que tem hoje, então no passado era entendido apenas como um trabalho voluntário e de doação. E nós, como sociedade, viemos entendendo com o tempo, que isso é bem diferente. Nos últimos cinco anos, a própria GM determinou os focos específicos do Instituto e desde então estamos trabalhando desta forma alinhados com esses pilares corporativos que são: Voluntariado, Educação STEM (Science, Technology, Engineering, and Mathematics), Desenvolvimento Econômico e Segurança” ressaltou Adriana.


Marcos Librantz destacou a importância de trazer o assunto de investimento social no momento que se atravessa uma pandemia, pois o terceiro setor surge para potencializar as pautas humanitárias que ganharam mais força em decorrência do período. Adriana Quintas apontou algumas ações feitas pelo Instituto GM:


“Estamos em um momento importantíssimo para o Instituto GM que é de reposicionamento e de profissionalização. Trouxemos pessoas dedicadas a essa área para nos ajudar nesse movimento. Nós decidimos focar todas nossas ações em mitigar os impactos causados pela pandemia na nossa sociedade. Então dentre as ações que a General Motors fez com apoio de muitos voluntários tivemos o reparo de respiradores danificados, uma linha de produção de máscaras que foram doadas para entidades, além de outros EPI’s, fizemos uma ação com taxistas que tiveram suas rendas drasticamente reduzidas, algo que tem um alinhamento com o nosso negócio e também doações de cestas básicas para os Fundos Sociais das cidades em que a GM está presente”.


Fábio Deboni também elencou o que vem sendo feito pelo Instituto Sabin neste momento e projetou um possível cenário pós-pandemia em resposta a uma questão de uma internauta da live:


“Divido a atuação do Instituto Sabin durante a pandemia em quatro eixos. Primeiro, reajustamos os nossos próprios projetos, no qual migramos para o virtual e tivemos resultados melhores que imaginávamos. O segundo é o apoio emergencial com donativos, cestas básicas e no nosso caso, sendo um player de saúde oferecemos exames laboratoriais para comunidade. Uma terceira frente é ampliar mais a interlocução no ecossistema estando mais próximas das organizações atendidas e parceiras. O quarto eixo é gerar dados, apoiamos um estudo que trouxe os ‘Impactos da Covid-19 nas Organizações da Sociedade Civil Brasileira’ para pautar os setores no pós-pandemia projetando a queda de recursos, menos doadores, mais demanda, então será um conjunto de fatores que vai demandar um trabalho longo pela frente. É um momento muito volátil, mas conseguimos ver algumas coisas no ‘macro’. O fato é que isso vai impactar na atuação das fundações, pois você usar um projeto elaborado em dezembro do ano passado e simplesmente reprojetar é um erro, então temos que readequá-lo a esse novo contexto” completou Deboni.


A live “Marcas como força para mudanças positivas” foi mais uma da série que a NTZ vem produzindo sobre temáticas do terceiro setor. O conteúdo na íntegra está disponível no Facebook da agência.

Acompanhe a NTZ nas redes sociais

https://www.facebook.com/agenciantz

https://www.instagram.com/agenciantz/

https://www.linkedin.com/company/agenciantz

0 visualização